O MAL E O MASSACRE DEIXARAM SAUDADES

Livro escrito por Rô Mierling, pela Psicanalista Ane Moraes, e a Participação Especial do Promotor do MP/SP Rodrigo Merli (Caso Mércia Nakashima)
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Livro não disponível para venda!

O livro, através do apoio e patrocínio necessário para a sua impressão - pois todas as outras etapas editoriais, como capa, diagramação, revisão, registro na Biblioteca Nacional, entre outros, foram doados  - será distribuído entre apoiadores, patrocinadores, ONGs, Centros Sociais e demais organizações no combate a violência contra a criança e em memória das vítimas do massacre de Saudades - SC e das crianças assassinadas por quem as devia proteger.

Sumário da Obra


 

Prólogo

Introdução

PARTE I – O INIMIGO ESTÁ LA FORA

Capítulo I - O Massacre: o que a mídia não contou

Capitulo II – Fabiano Kipper Mai: na mente do assassino

    Motivações Cibernéticas

    Análise Jurídica: Promotor Rodrigo Merli

    Análise Psicossocial: Psicanalista Ane Moraes

Capítulo III – As Vítimas: Vidas e Lembranças – In Memoriam

    Educadoras - Keli Adriane Aniecevski e Mirla Renner

    Bebês: Sarah Luiza Mahle Sehn / Murilo Massing/ Anna Bela Fernandes de Barros

    Análise Psicossocial e Questões Pertinentes

Capítulo IV – A Banalidade do Mal: “eu não quero saber”.

PARTE II – O INIMIGO ESTÁ AQUI DENTRO

Capitulo I - Vocês Não Serão Esquecidos: Anjos Abatidos Por Quem os Devia Proteger

    Henry Borel

    Isabela Nardoni

    Bernardo Boldrini

    Rafael Mateus Winques

    Gabrielly Magalhães

    Joaquim Ponte Marques

    Bryan da Silva Otani

    Miguel dos Santos Rodrigues

Capítulo II – Apenas Mais Um (a) – a frágil punição brasileira em casos de tortura contra crianças e infanticídio

    Análise Jurídica: Promotor Rodrigo Merli

    Análise Psicossocial e Questões Pertinentes: Psicanalista Ane Morais  

Capítulo III – A Mente de Pais que “Descartam” seus Filhos como Lixo e o Que a Sociedade Não Quer Saber

    Questões Pertinentes: Psicanalista Ane Morais

Capítulo IV –Dolorosas e Cruéis Estatísticas Abafadas na Mídia Brasileira

 

Epílogo

O PROJETO
PARTE I

In Memoriam dos bebês Sarah Luiza Mahle Sehn, 1 ano e 7 meses, Anna Bela Fernandes de Barros, 1 ano e 8 meses, Murilo Massing, 1 ano e 9 meses e das educadoras Mirla Amanda Renner Costa, 20 anos e Keli Adriane Aniecevski, 30 anos.

Em 4 de maio, uma pessoa entrou na creche Pró-Infância Aquarela - Saudades/SC.

Ele, com uma arma branca, estilo catana, depois de certos preâmbulos a serem explicados, assassinou três bebês e duas educadoras com essa arma letal. Sem chance de defesa ou de escape. Deixando feridos.

Porquê? Para que? Como exatamente? Qual foi o planejamento? O que se passou em sua mente, e mais ainda: o que se passou na mente de todos que o viram praticar tais atos?

E a dor das vítimas e seus familiares? E a família desse "ser" que consumou tal massacre, sua criação, sua mente, seus hábitos, seu futuro de agora em diante?

Como era a vida, o sorriso e o cenário de vivência de cada uma das vítimas?

Eu, Rô Mierling quando soube do ocorrido, por morar relativamente perto, me senti perto da dor de Saudades, e por semanas e meses, sem dormir, estudei, pesquisei, recolhi testemunhos e comparei com pesquisas científicas sobre o assunto, analisando em paralelo os dois casos similares no Brasil - Suzano - SP (2019 * 7 mortos) / Realengo (2011 * 12 mortos) - e disso - junto com os conhecimentos do Promotor Rodrigo Merli Antunes (MP/SP) e da Psicanalista Ane Moraes - resultou o livro "O Mal e o Massacre Deixaram Saudades". 

A obra foi finalizada, com fotos, testemunhos e detalhes inéditos que a mídia não se importou em mostrar ou abrir espaço para serem ditos em relação aos casos analisados no livro. Esses acontecimentos não podem ser comparados com a previsão do tempo ou a uma novidade de celebridade em um jornal a nível nacional. É urgente que se debata o assunto em busca de uma visão mais ampla sobre esses eventos.

O Mal e o Massacre Deixaram Saudades, é uma forma de contar dois viés em relação a violência contra criança - 1: os detalhes do que aconteceu no massacre de Saudades em SC, evidenciando especialmente temas como segurança nas escolas, a dor da perda de um filho, o impacto da violência social, a necessidade de amparo às famílias das vítimas, o bullying como “possível ou não” justificativa para atos hediondos como esse; 2: a fraca punição penal a crimes hediondos praticados dentro de casa contra crianças, destacando que esses acontecimentos merecem muito mais destaque e debates. 

O livro não falará somente do massacre de Saudades, mas também terá detalhes de Suzano e Realengo - vítimas e assassinos - impacto social, raízes e motivações.

No livro, uma homenagem, memória guardada e busca de justiça pelas crianças assassinadas "também" dentro de casa será feita.

O livro é forte, intenso, detalhado, mas é um livro essencial para que NUNCA sejam esquecidas essas vítimas infantis de massacres em escolas, nem tampouco crianças como Henry Borel (4 anos), Joaquim Ponte Marques (3 anos), Isabela Nardoni (5 anos), Rhuan Castro (9 anos), Bernardo Boldrini (11 anos), Rafael Mateus Winques (11 anos),  e muitas outras que precisavam ser protegidas DENTRO de casa e mesmo assim foram assassinadas por quem as devia defender e resguardar. 

Mencionamos isso, porque o livro fará um paralelo entre crianças mortas pelo inimigo fora e pelo inimigo dentro de casa - crianças assassinadas por quem os deviam proteger, onde vizinhos, babás, professoras viram e sabiam dos maus tratos, mas a mãe ou o pai sempre tinham uma "desculpa".

E no fim... só ficaram lembranças dolorosas.

ALERTA SOCIAL! Esse é o foco.

Portanto, esse projeto foi criado para conseguir apoio para a impressão da obra O Mal e o Massacre Deixaram Saudades.

O alvo da publicação do livro é uma tiragem ampla de exemplares, para todos os apoiadores e com parte a ser distribuída em salas de cultura do Brasil, jornalistas, exemplares enviados ao Congresso Nacional, centros sociais e a associações não governamentais inseridas na temática da obra.

Assim como, exemplares enviados as famílias enlutadas como uma forma de mostrar que JAMAIS esqueceremos o acontecido e seus entes queridos. Porque o livro tem sim uma parte ÚNICA para mostrar o quanto cada vítima é especial e inesquecível, COMO SÓ CADA CRIANÇA SABE SER. 

Mesmo que pareça doloroso, aqueles que se perderam tão novos, merecem ser eternizados nas páginas de um livro, como uma homenagem, assim como as crianças que morreram nas mãos de seus pais, contando suas histórias, alegrias, sorrisos e o amor que emanavam.

E eu, como escritora de realidade social,  faço questão de ajudar nesse sentido com todo meu esforço, sem ônus para minha escrita e conto com VOCÊS!