O MAL E O MASSACRE DEIXARAM SAUDADES

Livro escrito por Rô Mierling, pela Psicanalista Ane Moraes, e o Criminalista André Assumpção
Participação especial do Promotor do MP/SP Rodrigo Merli (Caso Mércia Nakashima)
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Livro não disponível para venda!
O livro, alcançando o apoio e patrocínio necessário para a sua impressão - pois todas as outras etapas editoriais, como capa, diagramação, revisão, registro na Biblioteca Nacional, entre outros, a escritora Rô Mierling está custeando por si só - será distribuido entre apoiadores, patrocinadores, ONGs, Centros Sociais e demais organizações no combate a violência contra a criança e em memória das vítimas do massacre de Saudades - SC.
O PROJETO

In Memoriam dos bebês Sarah Luiza Mahle Sehn, 1 ano e 7 meses, Anna Bela Fernandes de Barros, 1 ano e 8 meses, Murilo Massing, 1 ano e 9 meses e das educadoras Mirla Amanda Renner Costa, 20 anos e Keli Adriane Aniecevski, 30 anos.

 

Em 4 de maio, por volta das 10:30hrs da manhã, uma pessoa entrou na creche Pró-Infância Aquarela - Saudades - SC.

Ele, com uma arma branca, estilo catana, depois de certos preâmbulos a serem explicados, assassinou três bebês e duas educadoras com essa arma letal. Sem chance de defesa ou de escape. Deixando feridos.

Porque? Para que? Como exatamente? Qual foi o planejamento? O que se passou em sua mente, e mais ainda: o que se passou na mente de todos que o viram praticar tais atos?

E a dor das vítimas e seus familiares? E a família desse "ser" que consumou tal massacre, sua criação, sua mente, seus hábitos, seu futuro de agora em diante?

Como era a vida, o sorriso e o cenário de vivência de cada uma das vítimas?

Eu, Rô Mierling quando soube do ocorrido, por morar relativamente perto, me senti perto da dor de Saudades, e por dias, sem dormir, estudei, pesquisei, recolhi testemunhos e comparei com pesquisas científicas sobre o assunto, analisando em paralelo os dois casos similares no Brasil - Suzano - SP (2019 * 7 mortos) / Realengo (2011 * 12 mortos) - e disso resultou um livro "O Mal e o Massacre Deixaram Saudades". Escrito em tempo recorde, por conhecer, dentro de mim, já muitos dos conteúdos necessários para a formulação de tal triste obra. Mas que deve ser escrita, para novas providências e memória eterna dos afetados.

A obra está sendo finalizada, com fotos, testemunhos e detalhes que a mídia não se importou em mostrar ou abrir espaço para serem ditos. Fatos, testemunhos e fotos inéditas. Esses acontecimentos não podem ser comparados com a previsão do tempo em um jornal a nível nacional. É urgente que se debata o assunto em busca de uma visão mais ampla sobre esses eventos.

A elaboração do livro O Mal e o Massacre Deixaram Saudades, é uma forma de contar em detalhes o que aconteceu no massacre de Saudades em SC, destacando especialmente temas como segurança nas escolas, a dor da perda de um filho, o impacto da violência social, a necessidade de amparo às famílias das vítimas, o bullying como “possível ou não” justificativa para atos hediondos como esse, a fraca punição penal a crimes hediondos e o destaque que esse acontecimento merece frente a tantas notícias midiáticas que relegaram a segundo plano, esse massacre de "bebês", desprezando a dor das famílias enlutadas. 

O livro não falará somente do massacre de Saudades, mas também terá detalhes de Suzano e Realengo - vítimas e assassinos - impacto social, raízes e motivações.

O livro é forte, intenso, detalhado, mas é um livro essencial para que NUNCA sejam esquecidas essas vítimas, nem tampouco crianças como Henry Borel (4 anos), Joaquim Ponte Marques (3 anos), Isabela Nardoni (5 anos), Rhuan Castro (nove anos), Bernardo Boldrini (11 anos), Rafael Mateus Winques (11 anos), Ísis Helena (um ano e dez meses) e muitas outras que precisavam ser protegidas DENTRO de casa e mesmo assim foram assassinadas por quem as devia defender e resguardar. 

Mencionamos isso, porque o livro fará um paralelo entre crianças mortas pelo inimigo fora e pelo inimigo dentro de casa - crianças assassinadas por quem os deviam proteger, onde vizinhos, babás, professoras viram e sabiam dos maus tratos, mas os pais sempre tinham uma "desculpa". E no fim... Esses não tem culpa, apenas precisam ter mais alertas, mais debates públicos, para que entendam que ao ver ações assim devem sim de imediato se reportar a autoridade competente.

ALERTA SOCIAL! Esse é o foco.

Portanto, estou abrindo esse projeto para conseguir apoio para a impressão da obra. Somente.

O alvo da publicação do livro é uma tiragem ampla de exemplares, para todos os apoiadores e com parte a ser distribuída em salas de cultura do Brasil, jornalistas, exemplares enviados ao Congresso Nacional, centros sociais e a associações não governamentais inseridas na temática da obra.

 

Assim como, exemplares enviados as famílias enlutadas como uma forma de mostrar que JAMAIS esqueceremos o acontecido e seus entes queridos. Porque o livro terá sim uma parte ÚNICA para mostrar o quanto cada vítima era especial e inesquecível, COMO SÓ CADA CRIANÇA SABE SER. A cidade de Saudades é pequena e a mídia não lembra mais do caso, mas nós sim.

Mesmo que pareça doloroso, aqueles que se perderam naquele dia, merecem ser eternizados nas páginas de um livro, como uma homenagem, assim como as crianças que morreram nas mãos de seus pais, contando suas histórias, alegrias, sorrisos e o amor que emanavam.

 

E eu faço questão de ajudar nesse sentido com todo meu esforço, sem ônus e conto com VOCÊS!